Amsterdã para brasileiros: visto, moeda, transporte e o que não deixar de fazer

Imagem de Amsterdã

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Canais, bicicletas, museus de nível mundial e uma cidade que se percorre bem a pé. Amsterdã costuma entrar cedo na lista de quem está planejando a primeira viagem à Europa, e as dúvidas de quem vai do Brasil são sempre parecidas: preciso de visto? Que moeda levar? Como andar pela cidade?

Neste guia, você encontra as respostas para essas perguntas, além de uma seleção do que não pode ficar de fora do roteiro e de cuidados importantes com a documentação e o seguro viagem.

Não. A Holanda faz parte do Espaço Schengen, e brasileiros com passaporte válido estão isentos de visto para turismo por até 90 dias dentro de um período de 180 dias.

Mesmo sem visto, alguns pontos merecem atenção antes do embarque:

  • Passaporte: o documento deve ter validade mínima de três meses após a data prevista de saída do Espaço Schengen e ter sido emitido nos últimos dez anos. Muitas companhias aéreas recomendam seis meses de validade, então vale checar a exigência da sua empresa.
  • ETIAS: a autorização eletrônica de viagem europeia tem previsão de passar a ser exigida de brasileiros a partir do último trimestre de 2026, com taxa de €20 e validade de três anos. Como a data pode ser ajustada, confirme a situação perto da viagem.
  • Comprovantes: passagem de volta, reserva de hospedagem e comprovação de recursos financeiros podem ser solicitados na imigração.
  • Seguro viagem: os países de Schengen pedem cobertura mínima de €30.000 em despesas médicas e hospitalares.

A moeda usada na Holanda é o euro. Na prática, Amsterdã é uma cidade em que o cartão resolve quase tudo: restaurantes, lojas, museus e até quiosques costumam aceitar pagamento por aproximação, e alguns estabelecimentos nem aceitam dinheiro em espécie.

Algumas dicas para não ter surpresas:

  • Leve um cartão internacional com bom câmbio e avise o banco sobre a viagem.
  • Tenha um valor pequeno em euros em espécie para imprevistos, mas não precisa levar muito.
  • No transporte público, a compra a bordo costuma ser feita apenas por cartão, e dinheiro não é aceito.
  • Prefira pagar em euros quando a maquininha perguntar a moeda de cobrança, o que costuma sair mais em conta do que a conversão feita pelo estabelecimento.

O centro histórico é compacto e dá para fazer boa parte dos passeios a pé. Para distâncias maiores, a cidade tem uma rede bem organizada de transporte.

  1. Tram, metrô e ônibus (GVB)
    O transporte público dentro da cidade é operado pela GVB. O tram é o meio mais usado por turistas e moradores. É possível pagar por aproximação com cartão bancário compatível, usar o cartão OV-chipkaart ou comprar bilhetes de 1 hora ou de vários dias. Para quem vai usar bastante o transporte, os passes de 24 horas ou mais costumam compensar. Vale lembrar que o passe da GVB não cobre o trem do aeroporto nem passeios fora da cidade.
  2. Trem do aeroporto de Schiphol
    A ligação entre o aeroporto de Schiphol e a Estação Central é feita de trem e leva cerca de 20 minutos. Esse trajeto é operado pela companhia ferroviária NS, e não pela GVB, então exige bilhete próprio. Alguns passes turísticos, como o Amsterdam Travel Ticket, já incluem esse trecho.
  3. Bicicleta
    Pedalar é parte da experiência, mas exige atenção: as ciclovias têm tráfego intenso e regras próprias. Quem não tem costume deve começar por trajetos tranquilos, respeitar a sinalização e travar a bicicleta sempre que estacionar.

A cidade concentra atrações de perfis bem diferentes. Estas são as que mais costumam entrar nos roteiros:

  1. Casa de Anne Frank
    Um dos passeios mais procurados e emocionantes da cidade. Os ingressos são vendidos somente pela internet, com horário marcado, e costumam esgotar rápido, então compre com antecedência pelo site oficial. O valor para adultos gira em torno de €16, e a visita dura de uma hora a uma hora e meia.
  2. Rijksmuseum
    O principal museu da Holanda reúne obras de mestres como Rembrandt e Vermeer. Para evitar filas, a recomendação é reservar horário online.
  3. Museu Van Gogh
    Abriga a maior coleção do mundo de obras do artista. Assim como os outros museus principais, funciona com horário marcado e merece compra antecipada.
  4. Passeio de barco pelos canais
    Os canais do século 17 são Patrimônio da Humanidade pela Unesco, e um passeio de barco é uma forma prática de ver a cidade por outro ângulo, com opções diurnas e noturnas.
  5. Vondelpark
    O maior parque da cidade é ótimo para uma pausa entre museus, com gramados, lagos e cafés.
  6. Keukenhof, na primavera
    Quem viaja entre o fim de março e meados de maio pode incluir uma visita ao Keukenhof, famoso jardim de tulipas nos arredores de Amsterdã. O deslocamento até lá não é coberto pelos passes da GVB, então planeje o transporte separadamente.

Além de ser exigido para a entrada no Espaço Schengen, o seguro viagem protege o viajante de custos que podem pesar bastante no orçamento, como atendimento médico em caso de emergência, extravio definitivo de bagagem e cancelamento da viagem, conforme o plano contratado.

Como a apólice costuma ser pedida junto com outros comprovantes na imigração, o ideal é contratá-la com antecedência e deixar o documento acessível, em versão digital e impressa. Lembre-se também de que o seguro viagem precisa ser contratado antes do início da viagem, ainda no Brasil.

Com mais de 20 anos de atuação no Brasil, a Allianz Travel reúne planos de seguro viagem com coberturas como assistência médica e cancelamento de viagem, e atende viajantes em roteiros aéreos, marítimos e terrestres. 

Quem contrata o seguro Allianz também tem acesso a vantagens que ajudam durante a viagem:

  • AmericaChip: 50% de desconto em chip internacional com internet 5G, útil para usar mapas e transporte sem depender de wi-fi.
  • Clube do Viajante: descontos em parceiros como Booking.com, Rent a Bag e Cinemark, entre outros.
  • Lounge Pass: condições especiais em mais de 600 salas VIP, em mais de 350 aeroportos, com reserva possível com até 15 meses de antecedência.
  • Pontos Livelo: possibilidade de acumular pontos ao contratar o seguro na página exclusiva do parceiro.
  • Telemedicina: orientação médica on-line 24 horas por dia, pelo celular, tablet ou computador.

Amsterdã rende um roteiro tranquilo e cheio de boas experiências, e um bom planejamento ajuda a aproveitar tudo sem correria. Aqui no blog da Allianz Travel você encontra outros conteúdos sobre destinos europeus, documentação e dicas de viagem para organizar cada etapa.

Quando o roteiro estiver definido, faça sua cotação de seguro viagem no site oficial da Allianz Travel e embarque com a cobertura exigida pelo Tratado de Schengen e com o suporte de que você precisa em caso de imprevisto.